quinta-feira, 28 de novembro de 2013

A DESNUTRIÇÃO INFANTIL

                            O que é Desnutrição?

A desnutrição é uma condição que ocorre quando o corpo não recebe quantidade suficiente de nutrientes                                                                                                                                                     CAUSAS                                                                             Existem várias causas para a desnutrição. Ela pode resultar de:
  • Alimentação inadequada ou não balanceada
  • Problemas de digestão ou absorção
  • Determinados problemas médicos
A desnutrição pode ocorrer se não ingerir alimento suficiente. A fome é uma forma de desnutrição.
A desnutrição pode ocorrer até pela falta de apenas uma vitamina na dieta.
Em alguns casos, a desnutrição é muito leve e não apresenta sintomas. No entanto, outras vezes, pode ser tão grave que os danos ao corpo são permanentes, mesmo sobrevivendo ao problema.
A desnutrição continua sendo um problema grave no mundo inteiro, especialmente entre as crianças. Pobreza, desastres naturais, problemas políticos e guerras contribuem para essa condição - e até epidemias - de desnutrição e fome, e não apenas em países em desenvolvimento.
Tópicos relacionados:
  • Má absorção
  • Fome
  • Beribéri
  • Compulsão alimentar
  • Deficiência - vitamina A
  • Deficiência - vitamina B1 (tiamina)
  • Deficiência - vitamina B2 (riboflavina)
  • Deficiência - vitamina B6 (piridoxina)
  • Deficiência - vitamina B9 (folacina)
  • Deficiência - vitamina E
  • Deficiência - vitamina K
  • Distúrbios alimentares
  • Porções recomendadas
  • Kwashiorkor
  • Anemia megaloblástica
  • Pelagra
  • Raquitismo
  • Escorbuto
  • Espinha bífida

Exames

Os exames dependem do distúrbio específico. A maioria dos exames de diagnóstico inclue avaliação nutricional e exame de sangue.

Sintomas de Desnutrição

Os sintomas variam e dependem do que está causando a desnutrição. No entanto, alguns sintomas comuns incluem cansaço, tontura e perda de peso.

Buscando ajuda médica

Converse sobre o risco de desnutrição com o médico. O tratamento é necessário se você ou seu filho apresentam qualquer alteração na capacidade funcional do corpo. Ligue para o médico se apresentar os seguintes sintomas:
  • Desmaio
  • Ausência de menstruação
  • Atraso do crescimento nas crianças
  • Perda de cabelo acelerada

Tratamento de Desnutrição

O tratamento geralmente consiste em repor os nutrientes que faltam, tratar os sintomas quando necessário e tratar qualquer problema médico subjacente.       

Expectativas

O prognóstico depende da causa da desnutrição. A maioria das deficiências nutricionais pode ser corrigida. No entanto, a desnutrição é causada por um problema médico e este precisa ser tratado para reverter a deficiência nutricional.

Complicações possíveis

Se não for tratada, a desnutrição pode levar à incapacidade mental ou física, à enfermidade e possivelmente à morte.      

Prevenção

Ter uma alimentação boa e balanceada ajuda a prevenir a maioria das formas de desnutrição.                                                                                                                                                                                   http://www.minhavida.com.br/saude/temas/desnutricao

Os Planetas Principais do Sistema Solar
O Sistema Solar é constituido por oito planetas principais:
O Sistema Solar é também constituido por cinco planetas anões:
Plutão, Ceres, Éris, Makemake e Haumea.  Podes também consultar a nossa página sobre planetas anões.
 
 

MERCÚRIO
Mercúrio é o planeta mais interior do Sistema Solar. Está tão próximo do Sol que este, se fosse visto por um astronauta de visita ao planeta, pareceria duas vezes e meia maior e sete vezes mais luminoso do que observado da Terra.
O movimento de Mercúrio caracteriza-se ainda por uma particular relação entre o seu eixo e a revolução orbital à volta do Sol: o período de rotação, igual a 58,65 dias terrestres, dura exactamente dois terços do período orbital (o seu "ano" ) que é igual a 87,95 dias.
Em Mercúrio foram observadas estruturas ausentes na Lua, entre as quais um sistema de grandes fracturas da crosta, geralmente interpretadas como indícios de que o planeta sofreu um processo de contracção, provavelmente pelo efeito do gradual arrefecimento que teve lugar a partir de sua formação.
 
 
CONSULTA TAMBÉM:  O Planeta Mercúrio em detalhe
VÉNUS
 
 
 
Paisagem de Vénus, fruto da fantasia de um pintor. Sabe-se que no passado Vénus sofreu uma intensa actividade vulcânica e pensa-se que ainda poderá ocorrer a expulsão de gases e de lava.
Vénus, o segundo planeta do sistema solar por ordem de distância ao Sol, é o que pode aproximar-se mais da Terra e o astro mais luminoso do nosso céu, depois do Sol e da Lua. A órbita que o planeta percorre em 225 dias é praticamente circular. A rotação sobre o seu eixo é extremamente lenta, com um "dia" que dura quase 243 dias terrestres, efectuando-se em sentido retrógrado ao contrário dos outros planetas rochosos do Sistema Solar.
A superfície deste planeta é um verdadeiro inferno, com uma pressão atmosférica 90 vezes superior à da Terra e uma temperatura de 500º C, devido ao ?efeito de estufa?. A sua atmosfera compõe-se, quase por inteiro, de dióxido de carbono (CO2), com um pouco de nitrogénio.
 
 
CONSULTA TAMBÉM:  O Planeta Vénus em detalhe
TERRA

 
 
 
A Terra é o terceiro planeta do sistema solar, a contar a partir do Sol e o quinto em diâmetro.
Entre os planetas do Sistema Solar, a Terra tem condições únicas: mantém grandes quantidades de água, tem placas tectónicas e um forte campo magnético. A atmosfera interage com os sistemas vivos.
A ciência moderna coloca a Terra como único corpo planetário que possui vida, na forma como a reconhecemos.
 
 

MARTE
Marte, ao lado, numa montagem fotográfica, a partir de imagens captadas pela sonda ?Viking Orbiter? da NASA. É o resultado da composição de mais de uma centena de imagens, obtidas quando a sonda girava a 32.000 Km da superfície do planeta.
Conhecido pela sua característica coloração avermelhada, o planeta gira em volta do Sol a uma distância média de 228 milhões de quilómetros. A sua trajectória é marcadamente elíptica, demorando 686,98 dias para dar uma volta completa em redor do Sol e o seu plano orbital tem uma inclinação de apenas 1,86º em relação à órbita terrestre. Acompanham-no no seu movimento de revolução dois pequenos satélites (Deimos e Fobos) descobertos em 1877.
Sendo o mais exterior dos planetas rochosos, é um pequeno e árido globo de atmosfera ténue, cuja estrutura interna ainda não é bem conhecida. No entanto, através da densidade média, do achatamento polar e da velocidade de rotação, é possível deduzir que o planeta tem um núcleo de ferro e de sulfato de ferro com cerca de 1.700 Km de raio, e uma crosta com cerca de 200 Km de espessura.
 
                                    A Exploração do planeta Marte
                                    Cronologia das missões a Marte

JÚPITER
 
 
O planeta gigante é o centro de um sistema composto por 63 satélites e um ténue anel. Embora Vénus o supere em esplendor no céu da aurora ou do crepúsculo, Júpiter é sem dúvida, o planeta mais espectacular, inclusive para quem apenas disponha de um modesto instrumento óptico para a sua observação. Com o nome do rei dos deuses da tradição greco-romana, situado a uma distância média do Sol de 778,33 milhões Km, demora 11,86 anos a descrever uma órbita (ligeiramente elíptica) completa.
O que mais impressiona neste planeta são as suas gigantescas dimensões. Com um raio de 71.492 Km, um volume 1.300 vezes superior ao da Terra e uma massa equivalente a quase 318 massas terrestres, Júpiter supera todos os outros corpos do Sistema Solar, exceptuando o Sol.
A formação mais espectacular da atmosfera de Júpiter é a denominada Grande Mancha Vermelha, uma perturbação atmosférica, com mais de 30.000 Km de extensão, que já dura há 300 anos.
 
 
CONSULTA TAMBÉM:  O Planeta Júpiter em detalhe

SATURNO

Até 1977, foi mais conhecido pela particularidade de ser o único planeta rodeado por um sistema de anéis. A partir de então, graças às avançadas observações realizadas a partir da Terra e às fascinantes descobertas das sondas ?Voyager?, Saturno tornou-se uma atracção universal.
Depois de Júpiter, Saturno é o maior planeta, com uma massa e um volume 95 e 844 vezes, respectivamente, superiores aos da Terra. Destes dados deduz-se que tenha uma densidade média equivalente a 69% da da água, o que indica que na composição deste corpo celeste predominam os elementos leves, como o hidrogénio e o hélio.
Em Saturno também se observam várias formações semelhantes a ciclones, de cor parda ou clara, embora nenhuma comparável à Grande Mancha Vermelha de Júpiter. Trata-se de óvalos de cerca de 1.200 Km, de duração breve e presentes apenas nas latitudes altas.
 
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URANO
   O primeiro dos planetas descobertos na época moderna, só é visível à vista desarmada em condições especialmente favoráveis. Situado a uma distância média do Sol de 2.871 milhões Km, demora 84,01 anos a descrever uma volta completa à volta do astro.
 
   É um planeta singular, cujo eixo de rotação coincide praticamente com o plano orbital. Com o raio equatorial de 25.559 Km e a massa equivalente a 14,5 massas terrestres, o planeta Úrano pode considerar-se irmão gémeo do longínquo Neptuno. A coloração verde-azulada da atmosfera deve-se à abundância de metano gasoso (2% das moléculas) que absorve a luz do Sol. Além disso, o composto condensa-se a altitudes bastante elevadas e forma uma camada de nuvens.
 
 
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NEPTUNO

 
 
A órbita de Neptuno situa-se a uma distância de 4.497 milhões de Quilómetros do Sol e para completar uma volta necessita de 165 anos. Assim, desde que foi descoberto (em Setembro de 1846) ainda não descreveu uma volta completa em redor do Sol. O planeta possui uma massa 17 vezes superior à da Terra, e uma densidade média igual a 1,64 vezes a da água. Como todos os gigantes gasosos, não apresenta uma separação nítida entre uma atmosfera gasosa e uma superfície sólida, pelo que se define convencionalmente como nível zero, o correspondente à pressão de 1 bar.
A sua atmosfera é constituída, basicamente, por hidrogénio e hélio, com uma pequena percentagem de metano. Este último composto, que absorve a luz vermelha procedente do Sol, confere-lhe a coloração característica e influencia a meteorologia e a química do planeta.
 
 
 

Deserto do Irã é o lugar mais quente do mundo, revelam satélites              RIO - Nem no Rio de Janeiro, como gostamos de pensar, nem no Saara, como sugere a marchinha de carnaval. O lugar mais quente da Terra é o Deserto de Lut, no Irã, onde a temperatura chegou a 70,7 graus Celsius em 2005, segundo medições da Nasa, divulgadas ontem por uma equipe da Universidade de Montana, nos Estados Unidos. Localizado no leste do Irã, o Lut conta com uma paisagem árida repleta de grandes colinas de fragmentos de rocha esculpidas pelo vento. Sem aparelhos de ar condicionado ou qualquer proteção, um ser humano não resistiria por um dia àquele ambiente.

Foi pensando nessa limitação que o ecologista Steven Running resolveu desenvolver o estudo, que será publicado pela "Journal of Geophysical Research". O pesquisador lembra que há, distribuídas pelo planeta, 11.119 estações cadastradas na Organização Meteorológica Mundial (OMM). Isso equivale a apenas um ponto de temperatura monitorada a cada 13 mil quilômetros quadrados de superfície terrestre. Fica evidente, portanto, a existência de regiões tão remotas que são ignoradas por aquela instituição.

- Os desertos quentes do planeta, como o Saara, Gobi (entre China e Mongólia) e Sonora (EUA e México) são climaticamente rigorosos demais, e o acesso é tão remoto que uma medição de rotina da temperatura, ou a manutenção de uma estação, são impraticáveis - explica Running. - A maioria desses pontos é ignorada por equipamentos instalados em solo. Os satélites, porém, nos dão uma visão contínua da superfície, permitindo uma observação igual tanto destas áreas quanto de outras mais alcançáveis.  



UMA VIDA SAUDÁVEL NA TERCEIRA IDADE

      Vida saudável na terceira idade e o aumento da                                   expectativa de vida

Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que a expectativa de vida do brasileiro ao nascer alcançou 73,5 anos em 2010, diferentemente da pesquisa anterior, em que o índice bateu 73,2 anos. No acumulado dos últimos 30 anos, o aumento foi de 11,5 anos na expectativa de vida. Diante desses dados, fica a pergunta: como envelhecer mantendo o bem-estar?

O envelhecimento saudável consiste na busca pela qualidade de vida por meio de uma dieta adequada e a prática de atividades físicas prazerosas, o que ajuda a diminuir o risco de quedas e fraturas, além de uma convivência social estimulante. Todos esses fatores trabalhados em conjunto ajudam a melhorar a autoestima e a autoconfiança dos idosos, preservando sua independência física e psíquica.
A atividade física é um excelente instrumento de saúde em qualquer faixa etária, em especial na terceira idade. Atividades como caminhadas ajudam a manter a capacidade cardiorrespiratória e diminuem a perda de massa óssea, que acaba acontecendo com o passar do tempo, e potencializa-se a partir dos 50 anos. Exercícios de fortalecimento muscular aumentam a massa muscular ou simplesmente previnem sua perda, que nessa idade acontece em torno de 0,5 kg por ano, melhorando a composição corporal e dando uma maior estabilidade articular, o que auxilia na prevenção de quedas muito comum nessa faixa etária.
Para um idoso sedentário que pretende iniciar um exercício, a recomendação dos educadores físicos do Hospital Israelita Albert Einstein Marcio Marega e Carla Giuliano, é realizar uma avaliação médica para saber se ele está apto ou se há algum tipo de restrição ou cuidado especial na escolha dos exercícios. “Deve-se escolher bem as atividades, pensando em algo que proporcione prazer para que sejam realizadas com regularidade. É importante também não realizar exercícios em jejum, cuidados com vestimenta e hidratação, além de avaliar a duração, intensidade e frequência da atividade, sem esquecer-se de qualquer sintoma que possa aparecer durante o exercício”, alertam Marcio e Carla.
O sucesso de um programa de saúde depende não somente de uma vida ativa, mas também de uma alimentação balanceada. “A escolha dos alimentos, a quantidade e horários que eles devem ser ingeridos devem ser considerados e podem interferir na resposta do corpo frente aos exercícios”, completam Marcio e Carla.
Em relação aos efeitos psíquicos e sociais, a atividade física parece reduzir os sintomas de depressão, ansiedade e a melhora de humor. “As revisões de literatura indicam o efeito benéfico positivo do exercício como tratamento da depressão ou ansiedade subclínica ou clínica, e também como auxiliares da melhora da qualidade de vida por meio do aumento da autoestima, da melhora dos estados de humor, da diminuição da ansiedade, da melhora do estresse, assim como o sono”, ressaltam os educadores físicos.
O geriatra do Hospital Israelita Albert Einstein, Clineu Almada, destaca que com a realização de exercícios físicos regulares há uma melhora da atividade de neurotransmissores que permitem uma sensação de bem-estar. Assim como há uma maior produção de endorfinas que auxiliam nessa resposta. “A atividade física realizada em grupos também incentiva outros prazeres advindos da melhor socialização. O fato das pessoas se perceberem com melhor postura, mais força e mais vitalidade permite que se sintam mais seguras e confiantes”, explica o médico.
O exercício físico regular melhora a qualidade e a expectativa de vida do idoso, ajudando nas atividades diárias da vida. A saúde na terceira idade depende também dos cuidados no passado, além da alimentação. Entretanto, é possível ainda reverter os efeitos do passado.                                                                                                                                                                                                                                          http://www.einstein.br/einstein-saude/bem-estar-e-qualidade-de-vida/Paginas/vida-saudavel-na-terceira-idade-e-o-aumento-da-expectativa-de-vida.aspx

O BENEFÍCIO DO ESPORTE PARA NOSSA SAÚDE

Benefícios do esporte para a saúde física,   mental e o convívio 

                                              

É difícil botar no papel todos os benefícios que o esporte traz para a saúde física e mental e o convívio

É difícil botar no papel todos os benefícios que o esporte traz para a saúde física e mental e o convívio da espécie. Desde a contribuição ao bem-estar individual e coletivo à comunicação e interação entre os esportistas, as vantagens são muitas. Antes de escrever sobre o esporte, perguntei-me o que poderia expressar que fosse diferente do que todos já sabem sobre o tema. Difícil chegar a uma conclusão. Pelo menos incentivarei a prática de esporte, que contribui para melhorar a qualidade de vida da população.
Não sei que tão produtivo é ponderar, promover ou falar de esporte num país que é reconhecido mundialmente pelos craques de futebol e que ganhou quinze medalhas nas Olimpíadas de Pequim, China, em atividades diversas, como atletismo, judô, vela, vôlei de praia e taekwondo. Melhor se me contentasse apenas com recordar a importância da atividade esportiva. Já se tentou definir esporte como qualquer prática que tenha competição, o que nos serve de antecedente.
Os colégios e as universidades costumam organizar jogos entre os estudantes, equipes de trabalho conseguem tempo para encontros esportivos, os clubes são lugares tradicionais para essas atividades, os campos de futebol de aluguel são formas de unir grupos, e os jovens logram improvisar facilmente maneiras de interagir, como nos jogos de taco, futebol, vôlei, entre outros. A criatividade tem permitido o surgimento de novas modalidades esportivas em bairros e centros de lazer.
O Brasil é propício inclusive a práticas esportivas mais aventureiras, como arborismo, canoagem, escalada, rapel, rafting e surf, dentro da oferta ecológica. Vantagem de ser nacional de um país grande e diverso. A Copa de 2014 será aqui. Até lá não sei se elogio ou critico a decisão. O país tem mania de esporte mesmo. Nestes jogos, até quem detesta futebol veste a camisa brasileira para assistir aos dribles e a seleção fica mais famosa que o elenco de um filme que tem êxito de bilheteria.
Já que o futebol todo mundo conhece, poderiam aparecer modalidades novas e acessíveis dessas que só vemos em jogos olímpicos ou em outros países, como beisebol, cricket e golfe. Nunca joguei nenhum destes, mas tenho curiosidade. Depois que vi uma reportagem na televisão mostrando a prática de esqui num hotel em Dubai, Emirados Árabes Unidos, acredito que qualquer esporte é viável onde quer que seja. É aí que empresas privadas poderiam desenvolver os espaços apropriados e incentivar novas práticas distintas da centralização no futebol.
O esporte deve ser difundido, diversificado e democratizado. O Ministério do Esporte tem investido em eventos de grande porte e repercussão mundial, como a demanda para sediar a Copa de 2014 e os jogos Olímpicos de 2016. Deixa patente o esforço em patrocinar atletas em esportes de alto rendimento com incentivo financeiro e reconhecer que o esportista brasileiro que não ganhou medalha em Pequim não deixou por isso de ser vitorioso. A quantidade de medalhas que o Brasil obteve, assim, não é a melhor forma de avaliar o desempenho de seus atletas.
Medidas do governo federal, como a Lei de Incentivo ao Esporte (2006), que permite o desconto no imposto de renda destinado ao fomento de atividades esportivas, reforçam o interesse e o incentivo a este setor. No entanto, mais que identificar potencialidades profissionais no esporte está a prática amadora, que aumenta o bem-estar. O esporte pode associar-se a uma atividade esporádica de lazer ou a uma competição. Pode reduzir o estresse ou servir de ponte para a realização pessoal e coletiva.
Vale a pena o incentivo, uma vez que o esporte fortalece o organismo e renova a mente. Retomando: é importante diversificar as opções de esporte e estimular a prática. Surgiram até cursos universitários que se dedicam especificamente ao esporte, além de um Ministério do Esporte. Alguns têm na ponta da língua a resposta à pergunta de que esporte praticam quando dizem que é “levantamento de garfo”, entre outros ditos jocosos. O bom humor faz uma combinação saudável com o esporte.
A reação tem a ver com “levar as coisas na esportiva”.                                                                                                                                                                                        http://www.educacaofisica.com.br/index.php/voce-ef/151-cronicas-artigos-assinados/4118-beneficios-do-esporte-para-a-saude-fisica-mental-e-o-convivio

O que é Câncer de mama?

O câncer de mama é um tumor maligno que se desenvolve na mama como consequência de alterações genéticas em algum conjunto de células da mama, que passam a se dividir descontroladamente. Ocorre o crescimento anormal das células mamárias, tanto do ducto mamário quanto dos glóbulos mamários. O câncer da mama é o tipo de câncer que mais acomete as mulheres em todo o mundo, sendo 1,38 milhões de novos casos e 458 mil mortes pela doença por ano, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). A proporção de câncer de mama em homens e mulheres é de 1:100 - ou seja, para cada 100 mulheres com câncer de mama, um homem terá a doença. No Brasil, o Ministério da Saúde estima 52.680 casos novos em um ano, com um risco estimado de 52 casos a cada 100 mil mulheres. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Mastologia, cerca de uma a cada 12 mulheres terão

Prevenção

A prevenção do câncer de mama pode ser dividida em primária e secundária: a primeira envolve a adoção de hábitos saudáveis, e a segunda diz respeito a realização de exames de rastreamento, a fim de diagnosticar o câncer de mama em estágio precoce.
Getty ImagesAutoexame da mama

Exercícios

Um estudo publicado no Journal of the National Cancer Institute apontou que adolescentes praticantes de exercícios físicos intensos diminuem as chances de sofrer de câncer de mama na fase adulta em até 23%. Nessa análise, a prática de atividade física deveria começar por volta dos 12 anos e durar por pelo menos dez anos para que a proteção contra a doença seja notada. Os exercícios são capazes de reduzir os níveis de estrógeno, hormônio relacionado ao risco de câncer. A prática de exercícios também diminui o estresse e ajuda no controle do peso, fatores que também influenciam no desenvolvimento de câncer de mama um tumor nas mamas até os 90 anos de idade.


                

Marte

MarteDados de Marte
Marte, depois da Terra, é o planeta mais fácil de estudar.
Visto da Terra parece um planeta vermelho, embora na verdade seja mais acastanhado. O seu eixo de rotação tem uma inclinação muito semelhante à do nosso planeta, 25.19º, o que significa que tem estações do ano. Ao contrário de Mercúrio, que está demasiado perto do Sol para que seja facilmente observado, e de Vénus, cujas densa atmosfera e cobertura de nuvens bloqueiam a observação da sua superfície, Marte está relativamente próximo da Terra sem estar muito próximo do Sol, e tem uma atmosfera muito rarefeita, o que nos permite observar a sua superfície com relativa facilidade. A melhor altura para observar Marte é quando este se encontra na sua oposição, isto é, quando a Terra está entre Marte e o Sol. Quando assim é Marte está próximo da Terra e bem alto no céu nocturno. Esta configuração acontece aproximadamente cada 780 dias.
Paisagem marciana.
Paisagem marciana.
Além das características da sua órbita, com um período de 686.98 dias, os primeiros dados de Marte a serem obtidos através de observações feitas na Terra datam de 1659, quando Christiaan Huygens, observando com um telescópio o movimento de uma grande mancha negra no planeta chamada Syrtis Major concluiu que o seu período de rotação era aproximadamente 24h, muito parecido com o da Terra. Mais tarde, em 1666, o astrónomo italiano Gian Domenico Cassini não só refinou a medida do período de rotação de Marte como terá sido o primeiro a observar os seus pólos, caracterizados, tal como na Terra, por duas manchas brancas. Até ao séc. XX, subsequentes observações chegaram a criar grande especulação sobre a existência de vida inteligente no planeta, embora posteriormente se tenha reconhecido que as imagens obtidas com os telescópios de então tenham induzido em erro os astrónomos.
Posteriormente, na era moderna da exploração espacial, entre 1964 e 1969, as Mariner 4, Mariner 6 eMariner 7 fizeram os primeiros voos próximos ao planeta e obtiveram as primeiras imagens da sua superfície. Estas mostraram um planeta nalguns aspectos semelhante à Lua, sem nenhuma evidência de vida, e com várias crateras, antigos vulcões e desfiladeiros, o que significa que pelo menos parte da sua superfície é bastante antiga, datando dos primeiros tempos do sistema solar, quando os planetas estavam sujeitos às colisões frequentes de meteoritos. Esta evidência indica também que as forças de erosão em Marte não são tão fortes como as que observamos na Terra, e que a actividade vulcânica no planeta está extinta. Além disso, medições efectuadas pela Mars Global Surveyor mostram que Marte não tem campo magnético, o que significa que o seu interior já não é suficientemente quente para que fluxos de lava possam dar origem a um campo magnético global. No entanto, a missão espacial encontrou nas zonas mais antigas, no hemisfério Sul, rochas magnetizadas em diferentes direcções, o que mostra que Marte teve um campo magnético em tempos e que este, tal como o campo da Terra, invertia o seu sentido de tempos a tempos.

Terá havido água líquida em Marte?

Canais em Marte, evidência de correntes de água que terão existido no planeta.
Canais em Marte, evidência de correntes de água que terão existido no planeta.
Actualmente não há qualquer evidência de que exista água líquida à superfície de Marte. No entanto, missões recentes revelam que terá existido água no estado líquido: canais à superfície com padrões muito semelhantes aos rios na Terra, figura da direita, zonas aparentemente talhadas pela erosão provocada por fortes correntes e, até, pedras lisas com a textura típica de pedras encontradas no leito de rios na Terra. Hoje em dia, contudo, Marte não exibe condições que permitam água no estado líquido à sua superfície. Por um lado, a pressão da atmosfera actual do planeta à superfície é muito baixa: 0.0063 vezes a pressão da atmosfera à superfície da Terra, e como já dissemos, quanto menor é a pressão, mais baixa é a temperatura necessária para a água passar do estado líquido para o gasoso. Por outro, a sua atmosfera muito rarefeita não fornece um mecanismo eficaz de efeito de estufa e a temperatura média em Marte é de -53ºC, oscilando entre máximos de 20ºC e mínimos de -140ºC. Feitas as contas, as combinações possíveis de temperatura e pressão à superfície de Marte não permitem água no estado líquido, apenas no estado sólido ou no gasoso.

Marte começou muito parecido com a Terra, mas evoluiu de maneira diferente.